“…a verdadeira fé não é meramente reconhecer a unidade de Deus, mas sim viver uma vida que manifeste todas as perfeições e virtudes…” –‘Abdu’l-Bahá

Devoção 

Peregrinação

No decorrer da história, os seguidores de todas as religiões viajaram como peregrinos a certos locais venerados que fazem parte de sua herança espiritual. Para eles, o ato físico de peregrinação serviu como uma expressão de sua devoção e uma representação exterior da jornada espiritual por eles empreendida. Os bahá’ís também peregrinam e, a cada ano, milhares de bahá’ís aproveitam a oportunidade para empreender uma profunda e duradoura conexão com o centro espiritual e administrativo de sua Fé, localizado na área de Haifa-‘Akká na atual região norte de Israel.

Durante os anos de exílio de Bahá’u’lláh, Seus seguidores viajavam da Pérsia – algumas vezes viajando durante meses e a pé – para visita-Lo pessoalmente. Após o passamento de Bahá’u’lláh, Seu Sepulcro tornou-se o ponto ao qual os bahá’ís se volvem a cada dia em oração, e que se esforçam para visitar pelo menos uma vez na vida. A prática da peregrinação à área de Haifa-‘Akká, continua. Hoje, peregrinos bahá’ís oram e meditam no Sepulcro de Bahá’u’lláh e no Sepulcro do Báb , bem como nos belos jardins que os circundam. Inspiram-se também nos momentos que passam em vários outros locais históricos associados com a vida de Bahá’u’lláh, ‘Abdu’l-Bahá e Shoghi Effendi, bem como de visitas aos edifícios dedicados à administração mundial da Fé Bahá’í.

Os lugares sagrados são, sem dúvida, vertentes da graça divina”, escreveu ‘Abdu’l-Bahá, “pois entrando nos locais iluminados associados a mártires e almas santas e observando reverência, tanto física como espiritual, o coração se comove com grande ternura”.1

A peregrinação oferece aos bahá’ís de um vasto número de culturas e países a oportunidade única de desfrutar preciosos momentos de companheirismo espiritual conjunta. Os peregrinos são descritos como o “sangue vital” do Centro Mundial Bahá’í, trazendo com eles as notícias de suas atividades e levando de volta aos seus países inspiração e novas percepções. Ao retornarem aos seus países, após uma curta mas intensiva permanência na Terra Santa, eles se sentem revigorados pela experiência, ansiosos por voltarem a se dedicar ao serviço à humanidade e ávidos por compartilharem com família e amigos a alegria que encheu seus corações.

Observação

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